A Tal Métrica da Caixa Econômica

MÉTRICA !!!!

 

A CEF, esta utilizando este termo para esclarecer que agora os clientes além de avaliados no SIRIC (avaliação do risco de crédito, que envolve a capacidade de pagamento, score, comportamento financeiro) também sera levada em conta a métrica do cliente ou seja o relacionamento dele com a CEF.

 

Portanto, hoje a concessão dar-se-a mensurando-se o risco e o relacionamento, assim por dizer, o SIRIC nos dará a garantia de que  cliente tem perfil caixa para o financiamento, na modalidade proposta de financiamento, contudo a cota, o quantum do que sera concedido dependerá do relacionamento que o cliente formalmente tiver com a CEF .

 

Vamos para exemplos práticos (de processos que estão a meu cargo a assessoria, e estão em andamento na CEF). 1- A cliente já tem conta corrente  “corrente” na CEF ha vários anos, e nesta conta já tem a portabilidade do salário, A avaliação de risco de crédito fora aprovada na cota máxima do programa de 70% (pró-cotista Usado), e a métrica dela também fora de 70%, portanto, a concessão dar-se-a dentro dos parâmetros do programa, bem como dentro da proposta de venda e compra da imobiliária.

 

2- O cliente não tem conta corrente na CEF, fora aprovado no SIRIC , contudo a métrica dele é 50%, ou seja por ser imóvel novo a cota poderia chegar a 80% do valor de venda.

 

Portanto, agendamos a entrevista do cliente, abriu-se a conta., ele efetuou o deposito dos recursos próprios, efetuou a portabilidade de salario, fez seguro, cartão de credito, etc.,  ou  seja também sera avaliado na área comercial, e muito provavelmente a cota dele ira aumentar na nova consulta da métrica.

 

3- O cliente não tem conta corrente na CEF, fora aprovado no SIRIC , contudo a métrica dele é 50%, Contudo, ele não quer efetuar relacionamento com a CEF, ou seja não quer abrir conta., etc.,etc, como os clientes dos itens 1 e 2, portanto a concessão dele dar-se-a dentro dos parâmetros da métrica atual, 50%. e ele concordou com essa concessão por possuir a parcela de recursos próprios (ou seja os outros 50%).

 

A minha ótica, e posso estar errado, a CEF, agora está agindo como os outros bancos já vinham agindo ha muito tempo, o relacionamento ditará a concessão, a reciprocidade ditará a concessão, e o que é justo, pois 99% dos clientes querem financiamento com a CEF, e 60% deles tem aversão a ter relacionamento com a CEF, o que na minha ótica não se tem nenhuma razão de não ter relacionamento, ou mesmo aversão, pois trabalho com a cef há quase 4 décadas, e os problemas que tive são similares aos que também tive com outros bancos., portanto reitero a minha ótica é justo a mensuração da métrica.

 

Ademais, todos que me conhecem, sabem que sempre solicitei que os clientes comparecessem as entrevistas, abrissem conta, fizessem os produtos, etc.etc., não me causa estranheza.,……. esse comportamento, relacionamento, reciprocidade sempre solicitei aos compradores os quais os processos estavam a meu cargo, por isso não me preocupo com a métrica, já era uma pratica usual nos meus processos ok.

 

Portanto, tudo que se vem falando, sobre a CEF, o que mudou, o que nao mudou, não é um bicho de sete cabeças, nem fantasmas, como eram antes quando se iniciou o sistema de risco de crédito, e sim pratica usual comum de mercado, que todos os bancos tem, a Caixa passou a ter. O relacionamento, a reciprocidade serão o carro chefe da concessão.

 

Não sei dizer aos amigos qual a prática, tática, ou mesmo forma abordagem, tomar quando recepcionar o cliente para a compra de imóvel, o que posso dizer é que este cliente será avaliadado o risco do crédito, e a métrica dará a cota da concessão, risco de crédito (serasa, scpc, cadin, siapc, sisbacen, scoring, behavoir scoring e renda) metrica = relacionamento.

 

Fonte – Toninho

Solução documentação imobiliária.