Imóveis em inventário

Imóveis em processo de inventário

Os imóveis em processo de inventário são temidos pela maioria dos compradores, mais esse é um nicho de mercado muito interessante o qual tenho interesse em explorar, vou compartilhar com os amigos leitores do banco dos imoveis, algumas particularidades e casos já vivenciados por mim nesse cenário, já vivenciei muitas contendas, contratos, distratos, bons e maus negócios …

imoveis em processo de inventario

imóveis em processo de inventario

O que é necessário para não se dar mal na compra de um imóvel que está sendo inventariado.

Um bom advogado e um bom corretor de imóveis, a dupla é bem necessária haja vista ser necessário a intervenção do corretor de imóveis, para achar o imóvel e para fazer os primeiros levantamentos, o advogado vai levantar a situação do inventário junto ao fórum, e vai posicionar o futuro comprador referente aos riscos do negócio, existem imóveis com muitos herdeiros a partilhar o bem, vejo isso como um pequeno problema :

Pois o imóvel depende de ter proprietários com síntese cadastral ilibada, para que o negócio ocorra sem riscos de penhora ou execução de dividas que geralmente são contraídas por um dos inventariantes, nesse caso afirmo que imóveis aonde existem muitos herdeiros, geralmente estão mais sujeitos a problemas com a ficha cadastral, mas não é sempre assim, já presenciei imóveis com mais de 30 herdeiros os quais tinham ficha totalmente imaculada.

Dos preços praticados na compra e venda de imóveis em inventário

A casos de imóveis que ainda não foram inventariados, pois os herdeiros não tem o dinheiro para as despesas iniciais, tais como contratação de um advogado, recolhimento das taxas, ( o famoso imposto chamado itcmd ) imposto de transmissão causa mortis, e outras tantas taxas que aparecem no decorrer do inventário, diante dessa situação já vi casos aonde os herdeiros chegaram a vender o imóvel por 50% ( cinquenta por cento ) do preço real de mercado, em media os imóveis em processo de inventário são vendidos de 10 a 25% do valor atual do mercado, isso acontece pois esses imóveis não são aceitos por agentes financeiros, os quais só emprestam dinheiro para o financiamento de imóveis que não estejam em processo de inventário, dessa forma o comprador deve ter a quantia em especie, o que sabemos ser muito difícil acontecer, pois a maioria das transações imobiliárias acontecem com a assistência de um agente bancário, dessa forma os proprietários são forçados a vender o imóvel por preços abaixo dos praticados pelo mercado imobiliário atual.

Nas próximas postagens falaremos sobre imóveis em processo de adjudicação compulsória, outro nicho de mercado muito interessante mais pouco explorado pelos investidores, abordaremos várias situações interessantes para nossos leitores …

Matéria de Sérgio Barbosa

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6 Comentários

  1. Nelson disse:

    Olá. Me diga o que pensa disso. Meu avô loteou uma propriedade em São Bernardo do Campo, nos anos 40. Ele reservou um resíduo do loteamento para a família. Por causa da Segunda guerra, ele na época emancipou os dois filhos (meu pai e meu tio) e determinou metade da parte ideal do imóvel para cada um, com usufruto vitalício do meu avô e da minha avó.Foi feita uma divisão informal entre meu pai e meu tio, inclusive com um muro. Meu pai anos depois separou de minha mãe e averbou a certidão de casamento em cartório, deixando a parte dele para os filhos. Bom, meu avô, minha avó, meu pai e minha mãe, que era meeira, faleceram,então hoje a propriedade, que é grande, com algumas casas e salões comerciais no terreno que é comum, é 50 porcento de meu tio, e 50 porcento de três herdeiros, eu, meu irmão e minha irmã. Acredito que não cabe inventário de meu avô, pois ele doou em vida aos filhos. Acredito que não cabe inventário de meu pai, que doou em vida aos filhos também. Estou certo?

    • Barbosa disse:

      é necessário a elucidação de alguns fatos, por exemplo como seria uma divisão informal ?

      a divisão obedeceu critérios técnicos de desmembramento junto a municipalidade ?

      o importante seria o comum acordo entre as partes, aguardo mais detalhes para melhor poder lhe informar …

  2. Gabriela disse:

    Olá, pesquisando na net encontrei o seu site e achei muito interessante. Será que você pode me ajudar? Ha pouco mais de 3 anos assinei um contrato de `Promesa de Compra e Venda` de um apartamento, no qual sou a compradora. Ocorre que o imóvel pertencia a 2 irmãos, que faleceram antes da conclusão do negócio. O contrato já foi assinado, registrado e já paguei a primeira parte. Falta a liberação da segunda parte, que seria financiada pela Caixa Econômica Federal. O que acontece é que os herdeiros se recusam a dar entrada no processo de inventário, para que a CEF possa liberar o financiamento. Já se passou esse tempo todo, eles não tomaram nenhuma providência e já deixaram claro que só o fariam se eu pagasse um valor maior pelo imóvel (com esse tempo todo já valorizou). Você acha que eu corro algum risco de ter a negociação cancelada? Muito obrigada pela sua atenção!!

  3. Estamos reunindo (em família), oa documentos para fazer o inventário de uma casa q esta no nome de meu pai, falecido em 1.984. Levamos minha mãe (80 anos) até a defensoria pública para ser feito por lá e eles nos deram uma lista de documentos a serem reunidos. Só falta esse imposto causa mortis, mas andei em vários locais diferentes e ninguém diz “onde” tenho q ir pra calcular e pra pagar este imposto em São Bernardo do Campo, SP.
    Se puder me ajudar, agradeço imensamente.
    Lúcia.

  4. Bom Dia!
    Gostaria de tirar uma dúvida se possível, como fica a partilha de bens de um imóvel, é o seguinte, minha avó faleceu, ela tinha 4 filhas, duas morreram, no meu caso a minha mãe faleceu, somos 5 irmãos, o meu pai casou de novo e tem outra filha, dizem que a partilha será: dividida por 4, no meu caso o meu pai ficaria com 50% e os outros 50% divididos entre nós, os cinco irmãos. Está correto esta partilha?
    Sem mais sou grata.
    Denilze Malcher

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